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Saudade da Madrugada

E se eu tenho saudade?
Ah, eu tenho muita!
Conto carneirinhos sentada no banco do ônibus enquanto penso em você.
Percebo que chegarei mais rápido a meu destino do que conseguirei lembrar de todas as vezes que me tocou, daquele jeito suave, como se tivesse gosto de bala de caramelo.
Troco vários likes do Tiago Iorc por um beijo teu.
Sério, o que eu preciso fazer pra poder voltar a viajar pelo mundo contigo, sentada no sofá do teu apê?
As vezes me pergunto se ainda vou sentir aquele cheiro de café requentado de manhã, vindo junto com pão na chapa. Ôh, saudade!
Quero muito a gente de novo.
A gente fazendo bolo, comendo pipoca doce e assistindo um filme de 2 estrelas na Netflix.
Tantas boas lembranças, que quando escrevo teu nome na pesquisa das redes sociais da até uma leve nostalgia de poder comentar “meu, só meu”, mas, não sei, será que devo voltar a falar com você?
Segue mensagem por SMS:
Passando pra dizer que encontrei um vídeo teu fazendo brigadeiro.
Tive uma ideia boba, mas queria saber se topa me encontrar​ naquela lanchonete da esquina, eu pago a coxinha, o suco de laranja e de quebra, aquela torta de abacaxi que gosta.
Vamos colocar a conversa em dia?

Mensagem enviada.


É comum fazermos “loucuras” por quem gostamos e mais comum ainda é dar aquela stalkeada nas redes sociais.
Se vale a pena, por que não arriscar?
Quem sabe dessa vez os olhos possam se ver como da primeira vez.

Beijos,
Graziele Cipriano.

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Sensações

Com o passar do tempo, fui descobrindo coisas que antes eram dispersas dentro de mim.
Caminhar na praia nunca tinha sido algo tão prazeroso, comparado a dias presa em um escritório; ou mesmo ir ao cinema após o trabalho, já que todos os dias, estudo a noite.
A sensação das coisas que nos tiram da rotina é incrivelmente indescritível.
Busquei coisas a minha vida toda e quando menos esperei, estava eu lá, sentada no banco de trás do carro, olhando para as estrelas através da janela meio aberta.
As vezes, com a correria do dia a dia, sinto que meus poderes com as palavras se perdem ao decorrer do tempo, até o momento que sentada no escritório, coloco uma música, converso com uma pessoa querida e olha lá, me pego escrevendo na área de publicação do facebook.
Ter dias ruins ou que não fazem o mínimo sentido é completamente normal.
Somos humanos, sentimos, mesmo que dentro de nós haja um conflito gigantesco onde tudo se perde por uns 5 segundos ou o carinha do Correios te ligue para resolver algo.
Sei que são coisas óbvias de se dizer que sim, eu sentiria prazer em coisas simples, mas antes, eu não me importava com nada relacionado a isso.
Enfim, esse texto pode não ter muito nexo pra você, mas pra mim é o início de muita coisa boa.

Beijo,
Graziele Cipriano.

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Menina linda

Menina, como você consegue ser tão linda?
Seus olhos castanhos, seu sorriso, suas mãos. Como consegue ser tudo o que quero ter?
Não sei como não pensar nesse teu jeito doce de sonhadora.
Me conta, o que preciso fazer pra sentar ao teu lado, no sofá da sua sala?
Me deixa te levar pra jantar e tentar descobrir tua sobremesa favorita?
Já sei, seria bem legal te ver tocando violão enquanto canto com minha voz desafinada.
Será que assim consigo fazer com que me perceba?
Não como amigo, mas como o cara que quer acordar ao teu lado todas as manhãs.
E se eu te levar pra ver o por do sol no Arpoador?
Eu sei que é cliché, mas também sei que adoraria.
No momento que escrevo isso, estou escutando a música que me mandou ontem a noite.
Deveria escutar de novo, ela é toda você!
Júlia, vamos dançar na chuva?
Se aceitar vai ver o quão maravilhoso dançarino sou, eu acho.
Nossa, você acelera meu coração!
As vezes me sinto um bobo escrevendo esses textos sobre nós, mas, quer saber, eu quero estar contigo.
Quero que todos saibam o quanto te amo e quero.
Desculpa te assustar com palavras desengonçadas, só estou perdido.
Não quero deixar de ser seu amigo, só quero ser mais que isso.
Me dá uma chance?

Espero que tenham gostado,
Graziele Cipriano.